quarta-feira, 19 de novembro de 2025

Uma mãozinha de 2 amigos

A ideia era ir ajudar uma amiga. José e João riam, descontraídos, até que a chuva começou a cair... Chegaram a roulote.

O ambiente ficou diferente… aquela tensão boa, aquela energia que aparece quando ninguém espera.

Ela passou a mão pelo cabelo, e José comentou:

— Estás linda até com o vento a estragar-te o penteado.

João riu.

— E perigosa. A roulotte quase fica a tremer contigo aqui.

Ela corou, mas gostou da provocação.

Foi então que, meio envergonhado, meio atrevido, João tirou discretamente da mochila o Mini Vibrador do Mundo Íntimo.

— Comprei isto por curiosidade… e acho que este seria o lugar perfeito para experimentar…

Ela ficou surpreendida, mas não desconfortável. Pelo contrário.

— Vocês são terríveis…

José aproximou-se só o suficiente para que ela sentisse a respiração dele.

— Só queremos ver o teu sorriso de perto.

Ela segurou o pequeno vibrador na mão, experimentou a vibração baixinha, e a tensão ficou ali, suspensa entre os três. O brilho nos olhos deles e o sorriso dela diziam o resto.

Ela encostou o mini vibrador na perna, a sentir a vibração suave na pele, e os três trocaram aquele olhar silencioso que diz tudo sem dizer nada.

 A chuva batia mais forte lá fora, criando um ritmo íntimo dentro da roulotte.

— Vocês deixam qualquer pessoa nervosa… — disse ela, com um meio sorriso.

— Nervosa ou curiosa? — perguntou João, inclinando-se um pouco mais.

José encostou-se ao banco, observando-a com aquele olhar tranquilo que sempre a desarmava.

— Não precisamos fazer nada. — disse ele, num tom baixo. — Às vezes basta imaginar.

Ela riu, mordendo o lábio — gesto que fez os dois ficarem ainda mais atentos.

— Imaginar, hã? Então vocês têm imaginação para isto?

João aproximou-se, sem lhe tocar, só perto o suficiente para provocar um arrepio.

— Tu nem imaginas metade do que nos passa pela cabeça…

O vibrador, ainda ligado, fazia pequenas vibrações contra o tecido fino da roupa dela. Nada óbvio. Nada explícito. Apenas um convite silencioso.

Ela desligou o vibrador devagar, como quem encerra uma provocação perigosa. O silêncio que se seguiu não foi inocente. 

Era quente, pesado, quase palpável. José e João não tiravam os olhos dela — e ela sentia a pele a arder sob aquele olhar duplo.

desligou… mas, quando levantou a cabeça, José estava perto demais. Colocou a mão na parede da roulotte, ao lado da cabeça dela, fechando o espaço entre ambos.

— Tens noção do que acabaste de fazer connosco? — murmurou, a voz grave, baixa.

Ela abriu a boca para responder e João aproximou-se por trás, encostando o corpo ao dela com um controlo suave, quase reverente.

— Desligaste o vibrador… mas deixaste-nos acesos, sussurrou-lhe ao ouvido.

O coração dela disparou.

José inclinou o rosto e beijou-lhe o pescoço — não com pressa, mas com aquela firmeza que faz as pernas tremerem. Ela levou as mãos ao peito dele, como se tentasse empurrá-lo… mas puxou-o mais para si.

João deslizou os dedos pela cintura dela, guiando-lhe o corpo entre eles dois.

Ela deixou sair um suspiro involuntário, quente, urgente.

— A roulotte vai mesmo tremer… — disse João, com um sorriso que arrepiava.

— Diz-nos para parar… se quiseres.

Ela não disse.

Ela aproximou-se e beijou José. João, atrás dela, percorreu-lhe as ancas e puxou-a suavemente, prendendo-a entre os dois, como se a confirmasse naquele triângulo perfeito.

O toque dos dois sincronizou-se:

José beija com intensidade…

João a explorar-lhe o corpo com as mãos.

O mini vibrador estava ali ao lado, esquecido… mas foi João quem o pegou, ligando-o.

— Lembras-te disto? — perguntou ele com um sorriso malandro.

Ela não conseguia responder.

João pressionou o vibrador contra o interior da coxa dela, subindo devagar, enquanto José lhe beijava o peito por cima da roupa, sentindo a respiração intensa...

José segurou-a pela cintura. João guiava o vibrador com a suavidade provocadora de quem sabe exactamente o que está a fazer.

Ela explodiu num clímax intenso, quente, apertando os corpos deles dois ao mesmo tempo, sem conseguir controlar a respiração.

A roulotte tremeu mesmo.

Quando voltou a si, José encostou a testa à dela, ainda ofegante

João beijou-lhe o ombro, sorrindo.

— E nós ainda nem começámos.. 

Boas vibrações 


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